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86ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

86ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
O que vem pela frente? Companheiros e companheiras do tapete negro da estrada, 2019 já tem sido um ano intenso! Com o novo governo propondo medidas de alteração com a pretensão de alavancar a economia, precisamos repensar os rumos que o Brasil está tomando política e socialmente. A PEC 06/2019, Proposta de Emenda à Constituição que propõe a Reforma da Previdência, tem sido debatida no âmbito do Governo Federal e dividido as opiniões não só dos representantes do Estado, mas também das entidades sindicais e demais órgãos representativos. Apoiados no discurso de um suposto “rombo” da previdência, os representantes do atual governo querem acelerar o processo de aprovação do texto na Câmara e no Senado. É preciso dizer que o sistema previdenciário vem sendo alterado desde a década de 1990
84ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

84ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
Apagando as luzes de 2018 Companheiros e companheiras do velho tapete negro, chegamos ao final de mais um ano, aquele momento onde olhamos para trás e avaliamos o que fizemos ou deixamos de fazer, olhamos em volta para entender o que aconteceu ao longo do ano e como isso nos afetou direta ou indiretamente. E olhando no retrovisor começamos a sonhar, preparar, planejar o próximo ano “2019”. E falando algo que todo mundo fala, mas é a mais pura realidade, que é o tempo passa cada ano mais rápido e o tempo ao lado dos que amamos fica menor. Em relação a este ponto peço licença para colocar minha experiência, o que eu vivi em 2018, que de maneira objetiva me fez acordar para alguns aspectos que eu estava deixando de lado com a correria de quem vive na estrada buscando o ganha pão sem dia e
82ª / 83ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

82ª / 83ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
O vai e vem das leis do setor Amigos e amigas da estrada, o fim do ano de se aproxima e desde maio a gente vem debatendo a exaustão os temas que foram suscitados pela greve dos caminhoneiros. Com uma paralisação que durou praticamente dez dias, os companheiros da estrada conseguiram chamar a atenção de boa parte da sociedade para os problemas do setor e também para as dificuldades enfrentadas pela categoria. É verdade que nem tudo foram flores naquele período. Houve muita controvérsia nas demandas dos mais diferentes grupos de caminhoneiros que compuseram o movimento. Teve gente que, mesmo usando o direito constitucional de greve, pediu por intervenção militar que, todos sabemos, é um tipo de governo que retira da população direitos fundamentais. Mas é preciso reconhecer que os caminh
81ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

81ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
Os empasses legais do setor Amigos caminhoneiros, carreteiros e empresários do setor de transportes! Ainda muito se discute sobre a tabela mínima do frete e uma coisa certa: esta discussão está longe de chegar a um consenso! Se é que é possível o consenso. Desde o início das discussões tenho me posicionado de maneira contrária ao assunto, pois não há como criar uma tabela uniforme em um país que tem dimensões continentais como Brasil. Junta-se à isso os inúmeros tipos de carga, rotas das mais variadas possíveis onde há um asfalto perfeito e onde o chão batido predomina em boa parte do Estado. Também o problema da idade média dos caminhões é outro ponto importante e definitivo na estrutura de preços. Um detalhe que salta aos olhos é que na confecção da tabela não houve diferenciação en
80ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

80ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
Transformações no TRC O segundo semestre deste ano não tem sido só um período de grandes expectativas para o nosso setor, que busca alavancar suas vendas e voltar a crescer. É também um momento de reflexão sobre as transformações suscitadas pela última greve dos caminhoneiros. Além do piso mínimo do frete, tem-se discutido o marco regulatório e o controle do preço do diesel. O recente reajuste deste combustível em mais de 13% nas refinarias, voltou a impactar os caminhoneiros e empresas de transporte. Na prática, os consumidores têm pagado mais de 20 centavos por litro de diesel nos postos, o que vai contra o compromisso assumido pelo governo federal de não reajustar o preço deste combustível até janeiro de 2019. Todos esses assuntos são tratados nessa edição. Na reportagem principal,
79ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

79ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
Julho e as expectativas para o resto do ano Julho é sempre um mês decisivo. Junto com ele, vem todas as expectativas para o restante do ano. Em 2018, as previsões para o segundo semestre são ainda mais esperadas, pois temos uma conjuntura de continuidade do baixo desempenho da economia, que, infelizmente, ainda não conseguiu dar mostras significativas de recuperação. Neste ano, ainda temos um contexto marcado pela mobilização dos caminhoneiros que, apesar de ter sido realizada em fins de maio, acabou suscitando importantes discussões que se desdobram até os dias atuais. Uma delas, é justamente a tabela de frete mínimo, ou preço mínimo do frete, como preferem dizer alguns. O fato é que existe uma tabela em vigor que, já se sabe, vai ser alterada em pouco tempo. Outro importante assunto
78ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

78ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal, Notícias
Na nova edição do jornal Chico da Boleia continuamos com os debates suscitados pela greve dos caminhoneiros. Nossa reportagem principal trata da legislação trabalhista do setor e das condições de trabalho dos caminhoneiros. Conheça também o “Embaixador da Voz das Estradas” da Mercedes-Benz, que irá levar as vozes de caminhoneiros e transportadoras para dentro da montadora.
A greve que parou o país!

A greve que parou o país!

Notícias
Movimento dos caminhoneiros não reconheceu acordo entre entidades sindicais e governo federal e quer medidas duradouras para problemas que afetam a categoria. O movimento grevista dos caminhoneiros mexeu profundamente com o país nos últimos dias. Muita gente só se deu conta da importância da categoria quando faltaram itens no supermercado ou quando não havia combustível nos postos da cidade. No Brasil dos dias atuais, cerca de 50% de toda a carga disponível no mercado é transportada através das rodovias do país. Segundo dados do Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC), divulgados pela Agência Nacional do Transporte Terrestre (ANTT), os caminhoneiros autônomos representam um universo de quase 700 mil trabalhadores atualmente. O transporte rodoviário no Brasil tam
77ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

77ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
A greve que parou o país! Companheiros e companheiras, a greve dos caminhoneiros autônomos está mexendo com o cenário nacional. A primeira questão que se tem colocado sobre o movimento é com relação à legitimidade do direito de greve dessa categoria. Nós do Chico da Boleia apoiamos essa mobilização porque a greve dos caminhoneiros ou de qualquer outra categoria é um direito legítimo da classe trabalhadora. Porém, gostaríamos de frisar alguns pontos sensíveis. No nosso caso, os caminhoneiros autônomos, não temos organização sindical, nem lideranças. Tanto isso é verdade, que chega meia dúzia de pessoas perante o governo, se apregoando líderes da categoria, assinando um acordo como se fosse um papel de pão, e a categoria não aceita. Até agora foram duas tentativas nas quais o governo
76ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

76ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
Inovar é preciso! Companheiros e companheiras do tapete negro! Durante as grandes navegações dos séculos XV e XVI, era comum que os exploradores que se lançavam ao mar dissessem: “navegar é preciso, viver não é preciso”. A frase é atribuída ao general romano, Pompeu, quem, segundo algumas fontes, a teria dito no século I antes de Cristo. Posteriormente, a sentença foi retomada pelo poeta Fernando Pessoa. A frase causa várias interpretações. Segundo o poeta português, “viver não é necessário, o que é necessário é criar”. Podemos, assim, entender que navegar é preciso não só porque é necessário, mas também porque exige precisão, disciplina, exatidão. Já viver não é preciso porque viver não é exato; exige, portanto, criação e adaptação. Adaptando essa frase ao nosso dia a dia no tapete n