Venda de caminhões apresenta queda de 8,61% em setembro

Entretanto, apesar da queda registrada, o segmento de venda de caminhões ainda apresenta resultado positivo, quando comparado os meses de setembro de 2021 e 2020, cujo crescimento foi de 42,65%. (Foto: reprodução)

Venda de caminhões apresenta queda de 8,61% em setembro

Segundo da FENABRAVE, a falta de componentes para a produção dos veículos está impactando o setor

Redação Chico da Boleia

Dados divulgados nesta semana pela Federação Nacional de Veículos Automotores (FENABRAVE) apontam a queda nas vendas de caminhões no mês de setembro, em comparação a agosto deste ano. Segundo a Federação, a redução de 8,61% na comercialização desses veículos foi provocada pela falta de componentes para a produção dos mesmos.

A falta de veículos novos, em função da escassez de componentes na indústria, é um fenômeno global, que atinge outros países, como os Estados Unidos, por exemplo. Vivemos, hoje, possivelmente, o ponto mais crítico dessa crise de abastecimento de veículos, mas acredito que, nos primeiros meses de 2022, teremos uma clareza maior sobre a resolução do problema – explica Alarico Assumpção Júnior, Presidente da entidade.

Entretanto, apesar da queda registrada, o segmento de venda de caminhões ainda apresenta resultado positivo, quando comparado os meses de setembro de 2021 e 2020, cujo crescimento foi de 42,65%. Já no acumulado do ano, o aumento foi de 42,01%.

Segundo a FENABRAVE, “bastante aquecido, o segmento de caminhões continua trabalhando de acordo com o fluxo de entrega por parte das montadoras”.

– Como acontece, já há algum tempo, nas vendas de caminhões, parte dos emplacamentos de setembro é composta de pedidos realizados nos meses anteriores destaca Assumpção Júnior, que afirma que a procura por este tipo de veículo permanece com boa demanda, na maioria dos seus subsegmentos (pesado, semipesado, médio, leve e semileve).

As novas projeções, para caminhões, apontam, agora, aumento de 43,1%, contra 30,5% estimados em julho, e 21,7% em janeiro.

Confira os dados completos acessando www.fenabrave.org.br

*Com informações da FENABRAVE

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