Preços dos combustíveis mantêm trajetória de alta

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Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em novembro, os preços dos combustíveis mantiveram a trajetória de alta que vem ocorrendo, especialmente, desde o final de setembro, quando a Petrobrás anunciou o reajuste da gasolina e do diesel nas refinarias.

O etanol foi o que mais encareceu. O preço médio do litro no país subiu R$ 0,21 entre outubro e novembro, passando de R$ 2,36 para R$ 2,57. Já a gasolina, foi comercializada aos consumidores a uma média de R$ 3,57, R$ 0,09 mais que no mês anterior.

O diesel comum e o diesel S-10 aumentaram cerca de R$ 0,04 o litro. Na bomba, em novembro, o comum foi comercializado a uma média de R$ 2,96 e o S-10, a R$ 3,11.

Os valores médios mais altos foram encontrados no Acre (R$ 4,11 para a gasolina e R$ 3,57 para o diesel comum) e em Roraima (R$ 3,23 para o etanol).

A alta é uma vilã para a inflação. O IPCA-15, divulgado pelo IBGE, apontou que, nos primeiros 15 dias de novembro, o item transporte foi o que mais cresceu e, por isso, o que mais impactou na inflação. A alta foi de 1,45%. Nos primeiros 15 dias do mês, o IPCA avançou 0,85%. Em outubro, os preços dos combustíveis também foram os principais motivadores da alta dos preços, segundo o IBGE. No mês, a inflação avançou 0,82%.

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