Autônomo e falta de dinheiro: como lidar? – DICA DO “HOMEM DO BAÚ”

A vida atrás dos volantes cortando as estradas e rodovias do país não é fácil e é repleta de desafios, que podem ser dobrados em casos de profissionais autônomos, por não possuírem a estrutura de uma empresa por trás.

O caminhoneiro autônomo depende apenas de si para divulgar seu trabalho e conquistar clientes, e sua renda está totalmente atrelada aos fretes realizados. Quando o número de serviços começa a ficar escasso, a informalidade pode ser um problema.

A formalização do caminhoneiro autônomo como solução 

É comum que muitos profissionais do volante optem pela informalidade na prestação de serviços. Há uma crença de que assim conseguirão uma renda mensal mais elevada.

Porém não contam com a proteção da legislação trabalhista para a aposentadoria ou momentos que necessitem se afastar do serviço por razões médicas.

É possível manter seu modelo de negócio não necessariamente por contrato com uma empresa em regime de CLT. Há uma forma muito mais benéfica e atraente: tornar-se um microempreendedor individual, também conhecido como MEI.

O MEI é hoje a melhor forma para aqueles que têm um pequeno negócio. Ajuda a formalizarem sua empresa e tem o objetivo de estimular o empreendedorismo e combater a informalidade que, em certo nível, é maléfica para a economia do país.

Entre as outras modalidades de empresas existentes, o MEI se torna atrativo pelo baixo custo para o caminhoneiro. Pode ser utilizado por aqueles cuja atividade gere um faturamento anual máximo de R$ 60.000,00 e que não sejam sócios em outras empresas.

A formalização nesse modelo possui benefícios diversos, entre os quais podemos citar o direito à aposentadoria, pensão aos filhos em caso de morte ou reclusão e acesso ao auxílio-doença e licença maternidade.

Além disso, com o CNPJ em mãos, terá mais facilidade em conseguir empréstimos bancários, aumenta as chances de captação de clientes, consegue melhores condições e prazos com fornecedores e pode até contratar um funcionário.

Qual o custo para o caminhoneiro se formalizar?

A burocracia brasileira e a dificuldade em se abrir uma empresa no país não se aplica no caso da MEI que, desde seu lançamento, facilitou a vida dos pequenos empreendedores e alçou mais de cinco milhões de pessoas à formalidade.

Ademais, todo o processo pode ser realizado via internet. O custo para a manutenção empresa é extremamente baixo e não há a necessidade de contratar contador e conta com a isenção de impostos federais, como IR, PIS, CONFINS, IPI e CSLL.

O caminhoneiro autônomo que se formaliza através de uma MEI fica sujeito apenas a uma taxa fixa mensal no valor de R$ 49,00, independente do faturamento mensal obtido.

Não fique exposto aos riscos associado à informalidade, procure conhecer as opções existentes, como ser um MEI, proteja e desenvolva seu negócio para conquistar melhores resultados.

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Até a próxima!

Fonte: 4Truck | www.4truck.com.br

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