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Valor da gasolina e diesel bate recorde em alguns estados do país

Os dados da ANP revelam que o preço da gasolina comum praticado no Acre é o mais caro, em comparação com os outros estados. (Foto; Fernando Frazão/Agência Brasil)

Valor da gasolina e diesel bate recorde em alguns estados do país

Associação dos Engenheiros da Petrobras revela que ANP não divulga os valores reais praticados nos postos de combustíveis

Redação Chico da Boleia

Um artigo divulgado nesta terça-feira (16), pela Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), revela que o preço da gasolina em algumas regiões do país pode chegar a R$ 8,20. Segundo o texto, o valor citado não consta na pesquisa divulgada semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP).

Ainda de acordo com a Associação, os preços nos postos são resultado dos aumentos constantes praticados pela estatal. Somente em 2021, a empresa reajustou o valor da gasolina seis vezes, já o diesel foram cinco acréscimos; sendo que o último ocorreu no dia 8 deste mês, ou seja, os valores dos combustíveis são reajustados, em média, a cada 15 dias.

Vale destacar que só neste ano, a gasolina acumulou um aumento de 53,3% e, no mesmo período, o diesel aumentou 41,5%. 

Os dados da ANP revelam que o preço da gasolina comum praticado no Acre é o mais caro, em comparação com os outros estados. O índice semanal revela que o combustível chega a custar, em média, R$ 6,085. Já o preço máximo atinge o valor de R$ 6,7, nos 27 postos pesquisados na região.

O estado com menor preço da gasolina é o Amapá, segundo a ANP. O valor médio é de R$ 4,738 e, o máximo, R$ 4,93 – dentre os 24 postos avaliados.

Já em relação ao diesel, a Agência aponta, novamente, o Acre como o estado com o maior valor do combustível. O preço médio chega a R$ 5,612 e o máximo a R$ 5,89.

O menor preço identificado na pesquisa da ANP, sobre o diesel, foi encontrado no estado de Pernambuco. O custo médio praticado é de R$ 3,913 na região. Já o máximo é R$ 4,19, em sete postos analisados.

Em outro artigo recente, a AEPET explica que o motivo dos reajustes constantes no valor dos combustíveis está ligado diretamente a política de preços praticados pela Petrobras, independente das ações do governo federal para zerar impostos ou outras medidas similares. Tais ações seguem impactando diretamente o bolso do consumidor.

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