O impasse é outro, mas as vítimas são os caminhoneiros
O impasse é entre os trabalhadores avulsos do Porto de Santos e os executivos da Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport), mas quem sente o reflexo de todos as decisões são os caminhoneiros.
Mais uma vez, eles formam filas nas vias de acesso à Margem Esquerda (Área Continental, na Ilha Barnabé) e ficam horas – e até dias- - parados, quando poderiam estar trabalhando.
"Não temos nada com isso. Sou a favor da manifestação, desde que ela não interfira no nosso trabalho, na nossa vida", desabafa o caminhoneiro Marcelino dos Santos, que ficou parado na fila em direção à Embraport, nesta quinta-feira.
Luiz Lima vem do interior é também é contra
Segundo ele, ao invés de fazer duas ou três viagens entre as margens do porto, ele, consegue fazer apenas uma. "Um prejuízo d












