Scania prevê alta de 10 a 15% no mercado de caminhões em 2020

A continuidade da comprovação da economia de 12% de economia da Nova Geração e o início das entregas da linha a gás serão os destaques

 Após um ano de absoluto sucesso de sua Nova Geração de caminhões, a Scania acredita que o mercado de caminhões poderá crescer de 10 a 15%, na faixa em que atua, acima de 16 t (semipesados e pesados), na comparação com 2019.

“Estamos com um otimismo moderado por conta de algumas incertezas econômicas, mas confiantes e animados com os desafios que teremos em 2020. A chegada da Nova Geração revolucionou o mercado. Nossa promessa de economia de 12% em comparação com a geração anterior, está sendo comprovada. Aliás, inúmeros clientes estão superando esta média. A satisfação geral é um indicador do sucesso”, afirma Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil. “Outra ótima notícia é o começo das entregas das encomendas dos caminhões a gás e/ou biometano a partir de abril. Já estamos recebendo as encomendas desde outubro. É mais um passo em nossa jornada na liderança para um sistema de transporte mais sustentável.”

“Em 2020, de modo geral, o agronegócio vai puxar novamente as vendas para cima e as aplicações que deverão se destacar serão carga fracionada e líquidos inflamáveis. No mercado fora de estrada, uma das apostas está na alta do transporte para a cadeia da cana de açúcar, além de boas oportunidades na mineração”, explica Munhoz.

2019: Nova Geração fazendo história

O ano passado marcou o início das entregas da Nova Geração de caminhões e também de resultados de vendas importantes. O Brasil foi novamente o maior mercado de caminhões da Scania no mundo. Na faixa de atuação da fabricante (acima de 16t – semipesados e pesados) – foram 12.755 caminhões emplacados (o maior volume dos últimos cinco anos), uma alta de 47,6% em comparação com as 8.643 unidades de 2018. A participação de mercado subiu de 16,4% para 17%. As aplicações que mais se destacaram foram para o agronegócio, as cargas gerais e o transporte frigorificado. Com 1.314 unidades, quase o triplo em relação a 2018, o segmento fora de estrada obteve o maior volume dos últimos anos. Já a indústria registrou 74.917 veículos (2019) versus 52.652 (2018). Um aumento de 42,3%.

Nos pesados, o aumento da Scania foi de 57,7% enquanto a categoria cresceu 48,4%. Houve o emplacamento de 12.667 caminhões contra as 8.031 unidades do exercício anterior. A participação subiu de 23,1% para 24,5. A indústria computou 51.635 veículos (2019) versus 34.785 (2018). Nos semipesados foram 88 unidades emplacadas e participação de 0,4%.

“Em 2019, levando em conta a indústria acima de 16t e também a categoria de pesados a Scania cresceu em volume mais do que o mercado, e ainda ganhou participação. Mas, o mais importante foi manter a rentabilidade do negócio. De nada adianta só fazer volumes e perseguir freneticamente a liderança sem margens consistentes para a saúde financeira da empresa”, salienta Munhoz.

Que estreia! R 450, o segundo mais emplacado da indústria e dos pesados

O R 450 começou com o pé direito sua história no mercado. Já no primeiro ano ficou em segundo lugar no ranking geral da indústria e na mesma posição na categoria dos pesados. Desta forma, ele repete a trajetória inicial com a vice-liderança nos pesados justamente de quem sucedeu, o R 440 (o modelo mais vendido da história da marca).

De acordo com o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), o R 450 teve 5.348 modelos registrados (10,3% de participação nos pesados). “O R 450 está mais rentável do que foi o R 440, com a promessa de 12% de economia de diesel sobre seu antecessor. A vocação para aplicações ainda mais variadas comprova a eficiente performance. O interesse dos clientes só aumenta.”

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