Sascar Day promove debate sobre o TRC e apresenta novidades na área de segurança

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No dia 28 de outubro, a Sascar promoveu um evento na sede do Setcesp, em São Paulo, que reuniu empresários do setor de transporte para debater a situação do mercado atual e as tendências do setor.

Além de outros assuntos também foram abordados o cenário de roubo de carga no país e as posições adotadas pela Sascar frente às mudanças do mercado. O evento contou com palestras e conversas com profissionais da empresa.

Fernando Nogueira, representante da empresa Sascar, frisou que o evento é a oportunidade de disponibilizar as novidades, além de ouvir as necessidades dos clientes.

“O público é o grande interessado em tudo o que a gente faz, acho que este é o momento da gente ter a capacidade de expor o que a gente desenvolve e inova em logística e recuperação”, explicou.

Em entrevista exclusiva com Chico da Boleia, Nogueira também destacou que a Sascar tem constante preocupação com o tema da segurança nas estradas.

“ A Sascar até 2013 era uma empresa muito focada na questão da tecnologia para o caminhão, para o casco. A partir de então a gente adquiriu uma unidade que é a Cargo Track que nao é só uma empresa, é uma fábrica focada na questão da recuperação de carga. Com isso a gente consegue fechar todo o ciclo do roubo, porque muitas vezes quando fomos acionados com o sistema de rastreamento, a gente leva a pessoa até o local recupera o veículo, mas a carga já tinha sido roubada. A gente nao conseguia fecha o ciclo todo do roubo. Com essa nova tecnologia, que é um dispositivo que vai dentro da carga, temos a possibilidade de mobilizar o nosso time para a recuperação do casco e também na recuperação da carga.”, frisou Nogueira.

O representante se refere à linha CargoTrack que é o mais completo sistema de rastreamento e recuperação de veículo e carga disponibilizado pela Sascar. Esse produto beneficia tanto o embarcador quanto o transportador.

Durante a entrevista, Chico da Boleia perguntou sobre a possibilidade do caminhoneiro autônomo ter acesso a ese tipo de produto. Nogueira frisou que a chamada “isca” é comercializada para qualquer tipo de público.

“Temos diversos casos. Por exemplo, nós fizemos uma venda de “isca” para pessoas que querem identificar um furto dentro da própria empresa, nós também já vendemos esse produto para quem quer coibir uma ação pontual, como quando o caminhão passa por determinado ponto no qual existe alto índice de roubos. Dentre outros casos.”, afirmou.

De acordo com o representante da Sascar a ideia é inibir as ações de roubo, já que com isso se pode estancar tal operação e minimizar os dados.

Recentemente, a Sascar foi adquirida pela marca de pneus Michelin. Sobre o assunto, Chico da Boleia perguntou se existe alguma previsão para que a marca lance no mercado um produto fruto da junção das duas aplicações.sascar-day

“A nossa projeção é aumentar ainda mais a sinergia entre as duas empresas. A gente tem utilizado a base de clientes Sascar e a base de clientes Michelin para fazer um trabalho em conjunto e ofertar o que tem de melhor em pneus e atrelar isso com a questão da rastreabilidade”, respondeu Nogueira.

A demais, o que as empresas vem desenvolvendo é o sistema de telemetría dos pneus, com o objetivo de usar tal tecnologia para obter informações sobre essa parte do veículo como pressão e temperatura. Com isso, os clientes podem ganhar em economia e durabilidade.

“Nossa intenção é que num curto espaço de tempo a gente possa ter um produto para lançar no mercado que represente a primeira grande solução entre Michelin e Sascar”, finalizou.

Redação Chico da Boleia

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