Bolha rodoviária: excesso de caminhões pressiona valor do frete e agrava endividamento
Conforme o diretor de Transporte de Cargas da CNT, Geraldo Vianna, medidas devem ser tomadas para evitar inadimplência
O diretor de Transporte de Cargas da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e ex-presidente da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) Geraldo Vianna avalia que o Brasil vive uma “bolha rodoviária”. Vianna cunhou a expressão após analisar o mercado do transporte rodoviário de cargas, no Brasil, nos últimos anos. Com base em dados da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e da indústria automotiva, ele afirma que o país tem, hoje, excesso de 300 mil veículos de carga.
Conforme Vianna, somente entre 2012 e 2015, a frota teve um crescimento de 30%. No período, empresas de transporte e transportadores autônomos investir












