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Crise no transporte de cargas: como proteger sua empresa?

Crise no transporte de cargas: como proteger sua empresa?

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Entenda quais foram os impactos da crise no transporte de cargas e descubra o que o gestor de frotas deve fazer para proteger sua empresa Você gostaria de saber como proteger sua empresa da crise no transporte de carga? A crise no transporte de carga causou impactos seríssimos no setor nos últimos três anos. E muito tem a ver com a situação política e econômica no Brasil, que há tempos vem se mostrando complexa e instável. Se quiser aprender mais sobre como reduzir os custos de frota da sua empresa, leia esse outro artigo sobre manutenção de frota A crise, originada na falta de credibilidade econômica dos últimos governos, tem afetado diversos setores da economia do país. Um dos setores duramente afetados foi o de transporte de cargas. Apesar do otimismo das pr
Cerca de 200 mil caminhões estão parados nas garagens em decorrência da crise

Cerca de 200 mil caminhões estão parados nas garagens em decorrência da crise

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Número equivale a dois anos e meio de produção, levando-se em conta o que foi fabricado de 2014 a 2016 Cerca de 200 mil caminhões estão parados nas empresas de transporte de cargas do país. O número equivale a dois anos e meio de produção, levando-se em conta o que foi fabricado de 2014 a 2016. A crise econômica que resultou na queda generalizada do consumo e a paralisação de obras por parte de construtoras envolvidas na Lava Jato, assim como da Petrobras, levou a uma ociosidade recorde de veículos que transportam alimentos, eletroeletrônicos, materiais de construção e veículos, entre outros itens. Pesquisa realizada em janeiro pela Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) constatou que mais da metade das transportadoras brasileiras tinham, em média,
Mercedes-Benz faz acordo para reduzir excedente na fábrica de São Bernardo do Campo

Mercedes-Benz faz acordo para reduzir excedente na fábrica de São Bernardo do Campo

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A Mercedes-Benz do Brasil firmou acordo nessa quarta-feira, 24, com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC para reduzir o excedente de colaboradores na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Durante as negociações da Empresa com o Sindicato, foi acordado mais uma nova oportunidade de desligamento voluntário na planta do ABC paulista. Trata-se de um novo PDV (Programa de Demissão Voluntária) mais atrativo, que tem como principal vantagem o valor fixo de R$ 100 mil, independentemente do tempo de casa e da idade do colaborador. Com esse novo PDV, com o período de adesão entre 24 e 31 de agosto, a Mercedes-Benz do Brasil tem como principal objetivo a redução de 1.400 colaboradores neste ano para que possa combater a ociosidade e, assim, manter as suas operações enquanto não ocorre a recuperaç
Mercedes para produção em S. Bernardo por tempo indeterminado

Mercedes para produção em S. Bernardo por tempo indeterminado

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Empresa diz que usará tempo para decidir sobre mão de obra excedente. Marca já havia dito que haverá demissões, mas não informou nº nem data. A Mercedes-Benz suspendeu a produção da fábrica de caminhões e ônibus de São Bernardo do Campo (SP) nesta segunda-feira (15), por tempo indeterminado. A medida foi anunciada na última sexta (12) e ocorre cerca de 10 dias depois de a montadora dizer que haverá demissões na unidade. Praticamente todos os 10 mil colaboradores terão licença remunerada, com exceção dos que exercem funções essenciais. A Mercedes informou que há um excedente de mais de 2 mil trabalhadores na unidade em virtude da "drástica redução de vendas de veículos comerciais nos últimos anos". No último dia 5, a montadora voltou a afirmar que irá demitir funcionários na fábrica d
A “crise econômica” no Brasil a partir de outra perspectiva

A “crise econômica” no Brasil a partir de outra perspectiva

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É preciso considerar outros fatores, como o movimento do mercado econômico mundial, antes de tirar conclusões sobre a chamada “crise econômica” do Brasil atual Nos últimos meses temos vivido um verdadeiro bombardeio de notícias que falam a respeito da atual e suposta “crise econômica” que vive o Brasil. Colocamos o termo entre parênteses porque acreditamos que é preciso considerar algumas questões antes de determinar se, de fato, vivemos uma crise ou não. Nesse texto, iremos considerar alguns pressupostos básicos, como as políticas econômicas que foram colocadas em práticas nas décadas passadas e como essas diferentes opções se refletem nos dias atuais. Assim, é de suma importância que comecemos com um breve reconto histórico das políticas públicas colocadas em prática no setor econômi
Artigo: A quem interessa ampliar a crise?, por Geraldo Vianna*

Artigo: A quem interessa ampliar a crise?, por Geraldo Vianna*

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Não tenhamos ilusões; as enormes dificuldades que o setor de transportes vem enfrentando desde meados do ano passado têm inúmeras causas e explicações, mas uma só solução verdadeira: o país voltar a crescer a taxas de 4 a 5% ao ano, de forma consistente, durante uma década ou mais. O mesmo remédio, claro, vale para o conjunto da nossa economia. Quanto mais tempo demorar para embarcarmos novamente num ciclo de crescimento, piores serão as conseqüências dessa fase de ajuste, cujo potencial de desorganização da economia já é, em si, muito grande, mas que, neste momento, tornou-se muito pior, por conta dos desdobramentos da “Operação Lava a Jato”, que praticamente paralisou os investimentos nos setores atingidos (Petrobrás e grandes empreiteiras). Por tabela e, também, por conta da crise polí
Crise reduz venda de veículos e contratações em transportes

Crise reduz venda de veículos e contratações em transportes

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Venda de caminhões novos caiu 43% e indústria de implementos rodoviários teve retração de 40% De acordo com dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a venda de caminhões novos caiu 43% nos primeiros cinco meses de 2015. Além disso, a indústria de implementos rodoviários, que comercializa roboques, semireboques e carrocerias sobre chassis, também apresentou retração de 40% no total de produtos emplacados entre janeiro e maio. O desempenho é um reflexo da crise econômica. Menos caminhões em circulação significa que há menos cargas sendo transportadas, um sinal de que a produção e o consumo estão menores. Outro efeito aparece no mercado de trabalho. No Paraná, por exemplo, até meados do ano passado, o crescimento na demanda pelo serviço de transpo