Recuperação nas vendas e implementos pesados é puxada pelo agronegócio.

Taxa de recuperação nas vendas de Reboques e Semirreboques no período de janeiro a novembro é de 80,67%; Carroceria sobre Chassis apresenta recuperação de 32,44%.

O desempenho positivo do setor de agronegócios se reflete diretamente no resultado de emplacamentos de Reboques e Semirreboques. De janeiro a novembro a indústria entregou ao mercado 40.568 unidades, ante 22.454 produtos no mesmo período de 2017. Isso representa variação positiva de 80,67%. “Essa taxa de recuperação ajuda bastante na recomposição das empresas após dois anos de crise no mercado”, diz Norberto Fabris, presidente da ANFIR- Associação dos Fabricantes de Implementos Rodoviários. “Mas para repor as perdas levaremos mais tempo”, completa.

No segmento de Carroceria sobre Chassis a indústria entregou ao mercado de janeiro a novembro 41.463 produtos, contra 31.308 unidades em igual período de 2017. A variação positiva é de 32,44%. No total, foram emplacados 82.031 implementos rodoviários o que representa 52,58% acima do resultado apurado em 2017 para o mesmo período. Na época foram entregues ao mercado 53.762 unidades.

Com esse resultado, a estimativa da ANFIR de volume de emplacamentos para 2018 é de aproximadamente 85 mil unidades. “Para o próximo ano o setor poderá atingir algo entre 10% e 15% acima do volume deste ano seguindo no caminho da recuperação”, estima Fabris que acrescenta: “O desempenho da indústria como se sabe depende bastante do ritmo da economia brasileira que terá influência da estratégia econômica que será adotada pelo novo governo”.

Exportações.

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De janeiro a outubro a indústria exportou 3.203 Reboques e Semirreboques, o que representa crescimento de 10,56% sobre o mesmo período de 2017. Na ocasião o setor vendeu ao mercado externo 2.897 unidades.

A ANFIR desenvolveu com a Apex-Brasil o Programa de Internacionalização da Indústria de Implementos Rodoviários (MoveBrazil) que tem promovido diversas ações de incentivo ao comércio exterior, como a mais recente delas, a 3ª Rodada de Negócios Internacionais realizada em Florianópolis (SC). “Exportar é um processo mais lento e que se tornou mais uma opção para a indústria brasileira”, explica Fabris.

Fonte: ShopTrans

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