Mobil apresenta tendências para a retomada do setor de TRC pós-pandemia

Iniciativa visa conscientizar e a ajudar os trabalhadores durante o processo de retomada da economia. (Foto: Freepick)

Mobil apresenta tendências para a retomada do setor de TRC pós-pandemia

Marca ainda lançou conteúdo sobre melhores práticas para evitar a contaminação pela Covid-19 

De olho na retomada da economia, a Mobil listou as principais tendências para o setor de transportes de passageiros e de cargas que podem contribuir com a volta do crescimento das companhias.

Além disso, a marca identificou os locais onde o risco de contágio é mais alto, e para ajudar estes profissionais, traz dicas e exemplos reais do dia a dia de quem trabalha nessa linha de frente. Entenda:

  • Risco: Manuseio de dinheiro, cartões, máquinas e documentos.
  • Prevenção: Higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel. Enquanto não fizer isso, evite tocar olhos, boca e nariz. O mesmo procedimento é válido após o uso de caixas eletrônicos e o manuseio de notas fiscais e documentos.
  • Risco: Carga e descarga (manuseio de embalagens e interação com desconhecidos) e cuidados com o interior do veículo.
  • Prevenção: Manter a rotina de higienização das mãos. Ao interagir com outros profissionais, use máscara e procure manter distância de ao menos 2 metros. Higienize volante, câmbio, freio de mão, painel, maçanetas e vidros, além de botões das janelas e do rádio, com álcool 70%.
  • Risco: Uso de banheiros públicos e restaurantes.
  • Prevenção:Reforçar a rotina de higienização das mãos, com especial atenção após o contato com maçanetas, torneiras, botões de descarga e superfícies de banheiros públicos. Não compartilhar toalhas, sejam elas de banho ou de rosto. Caso encontre restaurantes abertos, evite os que estiverem cheios. Seja qual for o caso, use álcool em gel para higienizar mesa, talheres e bandejas.

Além de seguir essas recomendações, é importante que todos os profissionais utilizem máscaras. Na troca de turno, é necessário higienizar o veículo inteiro, sem esquecer bancos e apoios de mão.

E o que vai acontecer depois da pandemia?

A Mobil destaca oito tendências que devem ganhar força no setor de transporte pós-pandemia.

1 – Fim das resistências:  A pandemia mostrou que a utilização de home office para parte da equipe do escritório é viável e produtiva. Em paralelo, a adoção de medidas de prevenção contra a Covid-19 escancarou como a digitalização de processos não pode esperar mais: disseminação da realização de bids online e aceitação de canhotos de entrega digitalizados são exemplos de processos que serão incorporados pelo mercado.

2 – De diferencial para questão de sobrevivência:  As menores margens de lucro, que já estavam achatadas antes mesmo da pandemia em função do aumento de custos operacionais em geral (combustível e pneus, por exemplo), vão obrigar empresas de transporte rodoviário a digitalizar processos. Redução de custos e de burocracia, assim como ganhos de produtividade, serão fatores essenciais para a retomada. Softwares de gestão de frota e de controle de pneu, uso da telemetria e sistemas de controle de estoque, de acompanhamento de entrega de produtos e de tempo de descarga, entre outras soluções, serão fundamentais para que as companhias do setor mantenham a competitividade. Por fim, segundo especialistas, há ferramentas para todos os bolsos por aí.

3 – A hora e a vez da nuvem: O Software as a Service (SaaS) vai ganhar ainda mais força. Enterprise Resource Planning (ERP) e telemetria possibilitam a tomada de decisão em cima de acontecimentos passados. Agora, o smartphone vira meio de coleta de informação quase em tempo real para o gestor de frotas, aumentando eficiência na operação. No pós-pandemia, que será marcado pela busca de maior produtividade e redução de custos, várias dessas soluções serão integradas ao ERP da empresa, como apps para digitalização do comprovante de entrega citado anteriormente, que otimiza o processamento do pagamento por parte do cliente.

4 – Profissionalização dos motoristas – Ser apenas bom no volante não será mais suficiente. Não há bom uso da tecnologia se o profissional não estiver preparado para utilizá-la. Só alguém qualificado pode fazer a leitura correta das informações que os sistemas transmitem para uma tomada da decisão assertiva e na hora certa. O momento atual, de demanda reduzida, é ideal para empresas e motoristas se dedicarem ao assunto.

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