Mercedes-Benz Concept Marco Polo adianta a primeira van para camping movida a célula de hidrogênio

O Mercedes-Benz Concept Marco Polo será a novidade da marca alemã no Caravan Salon 2018, que está sendo celebrado na cidade de Düsseldorf entre os dias 25/08 e 02/09. Mas por enquanto se trata de um conceito que mostra não só novas e interessantes possibilidades de propulsão, mas também novas funcionalidades que estão mais próximas da realidade.

Uma delas é a plataforma ‘Smart Home’, também conhecida como ‘Connected Home’, um conceito que leva a conectividade digital ao mundo das vans, e que estará disponível a partir do próximo ano de 2019 no Mercedes-Benz Marco Polo, um módulo que conta com uma interface chamada ‘Mercedes-Benz Advanced Control’ (MBAC) e que mostra um mundo repleto de possibilidades para tornar a vida a bordo muito mais fácil através de uma rede inteligente de componentes.

Com um simples toque em um aplicativo baixado no smartphone, é possível escurecer ou clarear as janelas laterais que são fornecidas com um cristal líquido, ao mesmo tempo em que se consegue dobrar e desdobrar os bancos, variar a suspensão pneumática e desdobrar a estrutura de fibra de vidro do teto como alojamento superior.

O sistema de propulsão é totalmente elétrico, graças a uma célula de combustível alimentada com hidrogênio. Embora seja uma possibilidade muito a longo prazo, a Mercedes-Benz mostrará essa tecnologia também no concept Sprinter F-Cell oferecendo potência, ao mesmo tempo a possibilidade de realizar grandes trajetos livres de emissões e uma nova forma de mobilidade para o novo Sprinter alimentado com a célula de combustível.

Por enquanto o protótipo tem um peso muito elevado – por volta de 3.5 toneladas – já que o sistema acrescenta cerca de 200 quilos, mas a mudança oferece uma potência de 198 cv e um torque máximo de 350 Nm dispondo de uma autonomia máxima aproximada de 530 quilômetros.

Por enquanto, a marca da estrela já tem um próximo lançamento previsto com essa tecnologia de hidrogênio, o GLC F-Cell, que entrará em produção no próximo ano. Mas suas miras estão apontadas também no futuro e em oferecer alternativas aos sistemas tradicionais, mas é lógico que hoje em dia aplicar esse combustível em um modelo como o Marco Polo significa não só um peso enorme, como também um custo excessivo.

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