Infraestrutura terá recursos para manutenção de obras em 2021

Freitas disse que há espaço para a suplementação de recursos, além de ser possível buscar emendas parlamentares para compor o orçamento. (Foto: divulgação/Ministério da Infraestrutura)

Infraestrutura terá recursos para manutenção de obras em 2021

Tarcísio de Freitas participou de live da BGC Partners na quinta-feira (2)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou nesta quinta-feira (20) que a pasta terá orçamento suficiente em 2021 para manter as obras já em andamento.

Durante live da BGC Partners, empresa norte-americana de serviços financeiros globais, Freitas disse que há espaço para a suplementação de recursos, além de ser possível buscar emendas parlamentares para compor o orçamento do ano que vem.

A estratégia, segundo o ministro, tem sido a de convencer as bancadas estaduais na Câmara dos Deputados a evitarem a pulverização de recursos em obras com baixa viabilidade de entrega, concentrando na conclusão de empreendimentos prioritários. – Conseguimos R$ 2 bilhões no ano passado e vamos tentar repetir este ano – disse.

Em 2020, o Ministério da Infraestrutura já finalizou 52 obras e vai concluir mais até o fim do ano, superando a média de uma entrega por semana ao longo dos 12 meses. Freitas também apresentou um panorama positivo envolvendo os principais projetos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Um projeto fundamental para o país é a construção da Ferrogrão, ligando Sinopp/MT a Miritituba/PA, e que deve entrar em operação em 2030. Segundo o ministro, em recente road show houve manifestações de interesse na concessão do empreendimento.

A grande alavanca para a retomada é o investimento privado, conforme o ministro. Além do programa de concessões, o Poder Público está fazendo a sua parte com a transformação do ambiente de negócios.

Freitas ressaltou que o programa Pró-Brasil, importante para a retomada, tem como eixo principal a desburocratização, a simplificação de normas e conta com uma extensa agenda legislativa, que prevê reformas estruturais no setor. “Se quisermos ter investimentos, é preciso pensar em não furar o teto, mas em estourar o piso, com a desvinculação de receitas”, destacou.

Fonte: Assessoria Especial de Comunicação – Ministério da Infraestrutura

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