Autopista Régis Bittencourt reduz acidentes com sinalização especial em trechos da Serra do Cafezal

Em atenção ao índice de acidentes em curvas acentuadas no trecho da Serra do Cafezal – Miracatu (SP), a Autopista Régis Bittencourt implantou balizadores para demarcar e alertar os usuários quanto ao perigo da imprudência na rodovia. Os dados recentes de 2012 mostram uma significativa redução de acidentes e de mortes devido, principalmente, à implantação de soluções de engenharia de segurança de tráfego. No trecho da Serra do Cafezal, que vai do km 337 ao km 367, houve redução de 18,7% no número de acidentes e de 11,2% no número de mortes entre janeiro e dezembro de 2012, na comparação com o mesmo período de 2011. No ano passado, foram registrados 410 acidentes e 13 mortes, frente a 462 acidentes e 16 mortes no ano de 2011.

 Primeiramente, a Concessionária implantou os balizadores na curva do km 357, por concentrar um número de mortes na rodovia que exigia atenção: 16 vítimas fatais deste o início da concessão, em 2008. Posteriormente, a solução foi implantada nas curvas com maior índice de tombamento, no km 360, km 359 e km 363.

 Os balizadores da marca PEXCO, modelo FG 300, importados dos EUA, são atualmente os mais modernos dispositivos do tipo e resistem a colisões de até 120 km/h. São equipamentos amplamente utilizados em rodovias norte-americanas, para evitar saídas de pista. “O princípio da utilização é o de manter os veículos dentro de sua correta trajetória e evitar que estes ultrapassem a faixa dupla amarela, invadindo o sentido oposto, o que pode gerar colisões frontais e laterais, bem como tombamentos”, explica o diretor superintendente da Autopista Régis Bittencourt, Eneo Palazzi.

O confinamento ocasionado pela linha de balizamento cria um efeito que provoca a redução espontânea da velocidade. Os balizadores flexíveis “forçam” o motorista a se manter em sua faixa de rolamento e, consequentemente, a reduzir a velocidade para fazer a curva. No km 357, ainda foi implantada a sinalização adicional de curva perigosa: a demarcação de “5-4-3-2-1” ajuda a mostrar a importância do alerta de curva perigosa e deixa o motorista mais atento. Como resultado, neste quilômetro, comparando-se os anos de 2011 e de 2012, houve redução de 9 para zero no número de vítimas fatais, e redução de 77% no número de feridos (de 61 para 14). A Concessionária já está há mais de 80 dias sem registrar acidentes neste ponto.

  2011 2012
Vítimas fatais 9 ZERO
Feridos 61 14
Tombamentos 4 4
Colisão frontal e lateral 23 5

As outras três curvas que receberam a implantação dos balizadores este ano também registraram estatísticas positivas. E hoje, a tecnologia já está em teste em mais uma curva acentuada: na região de Campina Grande do Sul (PR), no km 33 da pista sentido São Paulo, local conhecido como Curva da Cigana.

Dias sem acidentes (tombamento, saída de pista, colisão lateral e frontal):

Km 363,7 – há 9 meses sem acidentes

Km 360,6 – há 5 meses sem acidentes

Km 359 – há 2 meses sem acidentes

Os investimentos em obras também contribuem para a redução de acidentes e mortes na rodovia. Desde o início da concessão, a Autopista Régis Bittencourt investiu mais de R$ 950 milhões em melhorias, serviços e operação da rodovia.  A principal obra do contrato de concessão é a duplicação da Serra do Cafezal, que começou em maio de 2010 e já foi concluída em 11 quilômetros da rodovia: do km 337 ao km 344, e do km 363 ao km 367. O início das obras no trecho central da Serra (do km 344 ao km 363) será realizado em cerca de 90 dias, após o cumprimento das condicionantes administrativas e ambientais da licença de instalação (LI) emitida pelo Ibama e publicada no Diário Oficial da União em 7 de janeiro de 2013. Este trecho contará com 4 túneis (com extensão total de 1,8 km) e sete quilômetros de viadutos e pontes, entre outras intervenções. O investimento total na duplicação da Serra do Cafezal é de aproximadamente R$ 700 milhões.

 

Informações para Imprensa:

Autopista Régis Bittencourt

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