Rodada Internacional na AGRISHOW 2013 gera expectativa de mais de US$20 milhões em negócios

A 14ª Rodada Internacional de Negócios da Agrishow, promovida pelo Programa Brazil Machinery Solutions gerou nas empresas brasileiras participantes a expectativa de que para os próximos meses mais de 55 negócios sejam realizados, tendo totalizando mais de US$22 milhões.

O evento proporcionou cerca de 300 contatos entre fabricantes brasileiros de máquinas e implementos agrícolas e compradores estrangeiros trazidos pelo Programa. Ao todo participaram 25 empresas brasileiras, as quais contataram compradores da Romênia, Rússia, Nicarágua, Cazaquistão  Moçambique, Panamá, Malauí, Guatemala, Botsuana, Ucrânia, Zimbábue e Zâmbia.

No Bureau Internacional também está sendo feito todo o credenciamento de visitantes estrangeiros. Até o momento foram registrados 600 visitantes, vindos de 67 países entre eles Argentina, Estados Unidos, Colômbia, Bolívia, Coreia do Sul, Japão, Tailândia, Hungria e Jamaica.

A Rodada Internacional de Negócios é uma iniciativa do Brazil Machinery Solutions, programa de exportação fruto da parceria entre a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos). Na edição do ano passado, a expectativa de negócios era de US$14 milhões.

 

Secretário do Meio Ambiente de SP divulga na AGRISHOW aumento da colheita de colheita mecanizada de cana

Máquinas agrícolas foram responsáveis por colher 72,6% da cana-de-açúcar da safra 2012/2013 no Estado de São Paulo. O percentual equivale a 3,3 milhões de hectares, o mesmo que 22 cidades de São Paulo ou 4,8 milhões de campos de futebol. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, na 20ª Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação) com presença do secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas, e da secretária da Agricultura e Abastecimento, Mônika Bergamaschi.

Para se ter ideia do avanço, na safra 2006/2007, a colheita mecânica da cana chegava a 34,2%. Na safra anterior, 2011/2011, o percentual chegou a 65,2%. Quanto mais máquinas forem utilizadas, menos cana precisa ser queimada, prática necessária na colheita manual.

“O ganho ambiental é o equivalente à retirada de 59 mil ônibus de circulação”, explicou o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas. Segundo ele, além do benefício ambiental, o ganho é social. “Ao contrário do que pregava o mito de que a mecanização iria causar desemprego, na verdade, passamos de 103 mil vagas criadas em 2006 para 108 mil, em 2012. Além disso, o salário médio cresceu 28%. O emprego qualificado passou de 15 mil postos de trabalho para 61 mil”.

Também foram divulgados os números de mecanização de cada região paulista. A região mais avançada foi a Central (São Carlos e Araraquara), com 82,8%. Em seguida vieram Barretos (76%), São José do Rio Preto (75,3%), Marília (75,1%), Presidente Prudente (74,5%), Franca (73,2%), Araçatuba (72,5%), Campinas (70,4%), Bauru (66,3%), Ribeirão Preto (64,7%) e Sorocaba (62,2%).

Outro benefício foi a redução no consumo de água no processamento industrial da cana, passando de 5 m³ por tonelada para 1,26 m³ de água por tonelada. O objetivo para o ano que vem é que esta relação caia para 1 m³.

Além disso, a palha que é deixada sobre o solo depois da colheita mecanizada, além de melhorar a fertilidade e protegê-lo contra a ação das chuvas e processos erosivos, também tem potencial para geração de energia elétrica nas usinas. Se 50% da quantidade da palha gerada na safra passada fosse aproveitada para cogeração, era possível suprir 31% do consumo residencial paulista.

“Estamos em constante pesquisa e desenvolvimento para desenvolver variedades de cana aptas ao corte mecanizado. Entre elas, a tecnologia da muda pré-brotada (MPB), novidade que pode ser conferida no estande do IAC na Agrishow”, exemplificou a secretária de Agricultura e Abastecimento, Mônika Bergamaschi.

Por lei, a cana tem de deixar de ser queimada para colheita em 2021 para as áreas planas e em 2031 para as inclinadas. O Estado de São Paulo, contudo, adiantou o prazo para 2014 e 2017, respectivamente, por meio do Projeto Etanol Verde. Desde o início da iniciativa, em 2007, os paulistas deixaram de queimar 5,53 milhões de hectares e de lançar à atmosfera 20,6 milhões de toneladas de poluentes e 3,4 milhões de toneladas de gases de efeito estufa.

 

Montadoras têm grande expectativa de vendas na AGRISHOW

Um setor bastante aquecido na AGRISHOW é o das montadoras de veículos. Segundo, diretor da Santa Emília Volkswagen, Egno Silva, a meta para esta edição da feira é concretizar até o final do evento a venda de 100 veículos modelo Amarok. “Estou muito feliz com o que a Agrishow está nos proporcionando, pois a expectativa de venda aumenta a cada dia de realização da feira, e com certeza vamos ter nossa meta realizada de aumento de 66% na venda, em relação ao evento do ano passado”.

Até o terceiro dia da feira, a concessionária Santa Emília Toyota conseguiu efetivar a venda de 30 pickups e prevê um crescimento nessa edição. “Os estoques estão maiores para atender a demanda prevista, e a Hilux é a preferida dos clientes do setor de agronegócios”, conta o gerente José Vitor da Silva Junior.

Test drive na AGRISHOW atraem visitantes

Na edição de 2013 da AGRISHOW, o setor automobilístico se superou em inovações e não economizou no quesito criatividade para chamar a atenção do público.

Para os apaixonados por automóveis, uma das grandes atrações da feira é uma pista de vidro de 300 metros. “Só no primeiro dia da feira passaram pelo nosso test Drive mais de 100 visitantes e até o momento esse número triplicou”, conta o Diretor da Santa Emilia Volkswagen, Egno Silva.

Uma pista off-road de 2.350 metros de extensão também está disponível na AGRISHOW,  onde os visitantes podem testar a performance de seis modelos 4×4 da Toyota. No estande da Ford, o público pode dirigir diversos modelos de caminhões.

Lançamentos e curiosidades na AGRISHOW

As empresas que participam da AGRISHOW guardam para a feira a apresentação de novidades ao público. Além da alta tecnologia, alguns expositores têm novidades curiosas.

A Embrapa, por exemplo, trouxe para a Feira a identificação eletrônica de peixes. Esta tecnologia consiste na inserção de um dispositivo eletrônico, chamado tag, sob a pele do peixe, cujo objetivo é traçar o grau de parentesco entre os peixes do plantel e controlar o cruzamento. Outra vantagem é o rastreamento e a certificação de origem do produto, que possibilita o controle do início ao fim da cadeia produtiva.

Para que a identificação seja feita, o peixe é retirado de seu habitat natural para entrar em uma espécie de sonífero e a tag é inserida. Feito isso, o peixe volta para uma outra substância para “acordar” e, depois, ele é devolvido ao seu ambiente.

Outra novidade da Embrapa é o Crop Circle-Agricultura de Precisão, um sensor de cultura que permite visualizar, através da cor da planta, se ela está ou não com deficiência de nutrientes.

Já a H2Life trouxe para a Agrishow o Life Tube, um canudo individual que purifica água em três segundos e pesa apenas 36 gramas. O tubo funciona por sucção oral e é ideal para uso em lugares remotos, daí sua aplicação na agricultura, principalmente no caso de peões que costumam fazer longas viagens para locais onde nem sempre existe água limpa disponível. O Life Tube é inédito no mercado brasileiro e tem capacidade para purificar até 200 litros de água.

A Seprotec Sementes inovou com uma garapa feita de sorgo sacarino. Embora a finalidade da semente seja para o etanol, se houver interessados a empresa não descarta a venda para a produção da garapa.

Fonte: Assessoria Agrishow

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