
Coibir o assédio sexual, moral, injúria e agressões contra operadores de pedágio e profissionais que atuam diretamente na operação das rodovias é o objetivo da campanha “Assédio, Pare”. Esse ano, a mobilização que traz o lema “Respeito é o único caminho” ganhou o apoio da Melhores Rodovias do Brasil – ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) e suas associadas, entre elas a SPMar
As ações de campanha incluem peças visuais impactantes com mensagens como “Assédio não é brincadeira” e “Assédio jamais é o caminho”, veiculadas em praças de pedágio, bases operacionais e faixas ao longo das rodovias.
Lançada em 2021,a campanha é um instrumento importante mobilização em defesa dos profissionais que atuam em rodovias ganha se tornando movimento setorial.
“ Acreditamos que o respeito é fundamental para garantir a segurança e a dignidade de nossos profissionais. Ao nos unirmos ao movimento ‘Assédio, Pare!’, estamos reafirmando nosso compromisso com a criação de um ambiente de trabalho saudável e respeitoso. Juntos, podemos fazer a diferença e construir um futuro melhor para todos”, afirma Erik Vicente, gerente de RH da Concessionária SPMar.

Dia D do Assédio, Pare!
A adesão de outras empresas foi marcada pelo Dia D contra o Assédio, realizado em 27 de agosto. A data teve atividades setoriais simultâneas em diversas regiões do país, com mensagens da campanha exibidas nos Painéis de Mensagem Variável (PMVs) das rodovias, distribuição de folhetos, uso de cancelas temáticas e ações de conscientização nas praças de pedágio, além de um manifesto coletivo que será assinado e divulgado nas redes sociais das concessionárias participantes. Desde o dia 27, já possível conferir o manifesto e as ações nas redes da SPMar. Acesse: Instagram, LinkedIn, Facebook, YouTube e site.
“Este movimento demonstra a força e a união do nosso setor em torno de uma causa que vai muito além da operação rodoviária. Nosso objetivo é que cada quilômetro administrado pelas concessionárias seja sinônimo de segurança e respeito, um espaço onde o assédio simplesmente não tenha vez”, afirma Marco Aurélio Vieira, diretor-presidente da ABCR.
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