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Resolução 666/17 regulamenta a fiscalização do uso do ARLA

Resolução 666/17 regulamenta a fiscalização do uso do ARLA

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Foi publicado no Diário Oficial a Resolução do CONTRAN 666/2017, que regulamentou a fiscalização do uso do ARLA por veículos pesados. Agora, as burlas ao uso do Arla-32 passam a ser consideradas infração de trânsito, enquadradas no artigo 230, inciso IX, do Código de Trânsito Brasileiro. MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO RESOLUÇÃO N° 666, DE 18 DE MAIO DE 2017 Dispõe sobre a fiscalização do sistema de controle de emissão de poluentes de veículos diesel pesados, ou seja, com PBT acima de 3856 kg, produzidos a partir de 2012. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN), no uso da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto nº 4.711
​Consumo de Arla 32 fica 50% abaixo do necessário no primeiro trimestre

​Consumo de Arla 32 fica 50% abaixo do necessário no primeiro trimestre

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Déficit registrado no comparativo de consumo com o Diesel S-10 preocupa o mercado e exige mais atuação dos organismos de certificação de produto e aumento das fiscalizações Entre janeiro e março de 2017, o consumo de Arla 32 ficou 50% abaixo do necessário para atender a frota de caminhões em circulação no Brasil, segundo balanço da Afeevas (Associação dos Fabricantes de Equipamentos para Controle de Emissores Veiculares da América do Sul). O déficit é calculado no comparativo com o consumo de Diesel S-10 no mesmo período. O Arla 32 é um aditivo que diminui a emissão de poluentes em alguns veículos a diesel. A substância é indispensável para modelos equipados com a tecnologia SCR (catalisador de redução seletiva), que se tornou item de fábrica na maioria dos modelos pe
Consumo de Arla 32 está 45% abaixo do estimado e preocupa mercado

Consumo de Arla 32 está 45% abaixo do estimado e preocupa mercado

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Déficit decorre de adulterações e uso de substâncias inadequadas, gerando problemas para os veículos e para o meio ambiente  O consumo do Arla 32 está menor do que deveria, e isso decorre de fraudes que prejudicam os veículos e também o meio ambiente. A estimativa da Afeevas (Associação dos Fabricantes de Equipamentos para Controle de Emissores Veiculares da América do Sul) é que o déficit chegue a 45%. O cálculo considera o consumo de diesel S-10 no último trimestre de 2016 e a frota em circulação que exige a adição da substância para garantir eficiência e reduzir a poluição. O Arla 32 é indispensável para veículos a diesel equipados com a tecnologia SCR (catalisador de redução seletiva), que se tornou item de fábrica na maioria dos modelos pesados desde 2012. Ele deve ser inj
Caminhoneiros adotam sistemas que burlam a tecnologia SCR para economizar o Arla 32

Caminhoneiros adotam sistemas que burlam a tecnologia SCR para economizar o Arla 32

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Em janeiro de 2012, a adoção do padrão Euro 5/Proconve 7 no Brasil foi recebida com festa pelos ecologistas. Afinal, os novos parâmetros de emissões representavam uma redução expressiva nos poluentes despejados pelos motores diesel na atmosfera brasileira. Uma das tecnologias antipoluição apresentadas na época, a SCR – Catalisador de Redução Seletiva –, introduziu um novo insumo na planilha dos caminhoneiros nacionais: o Arla 32. Nos veículos com essa tecnologia, a adição dessa solução de ureia a 32,5% em água desmineralizada provoca uma reação química dentro do catalisador e reduz expressivamente os óxidos de nitrogênio (NOx) dos gases expelidos pelos motores diesel com SCR. Na teoria, resolvido. Na prática, nem tanto. Segundo a Afeevas – Associação dos Fabricantes de Equipamentos para
PRF REALIZA OPERAÇÃO PARA FISCALIZAR OS VEÍCULOS EM RELAÇÃO AO USO DO ARLA 32

PRF REALIZA OPERAÇÃO PARA FISCALIZAR OS VEÍCULOS EM RELAÇÃO AO USO DO ARLA 32

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A Polícia Rodoviária Federal realiza, em parceria com o IBAMA e a Cetesb, operação para fiscalizar os veículos quanto ao uso do Arla 32, reagente químico usado para atender a fase P7 do Programa de Controle de Poluição do ar por Veículos Automotores (Proconve), regulamentado pelo IBAMA e INMETRO. As adulterações detectadas no sistema são consideradas crimes ambientais, além de multa, que será aplicada pelo IBAMA, e o responsável poderá responder criminalmente. Por parte da PRF, quando identificando a adulteração será lavrado Auto de Infração de Trânsito por alteração nas características originais do veículo, conforme art. 230, VII do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 127,69, além da perda de cinco pontos na CNH e a retenção do veículo para regularização
Chip burla o uso de Arla em caminhões Euro 5

Chip burla o uso de Arla em caminhões Euro 5

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Sem o aditivo de pós-tratamento, emissões de poluentes de um caminhão Euro 5 é superior a de veículos Euro 3 A AFEEVAS (Associação dos Fabricantes de Equipamentos de Controle de Emissões de Poluentes da América do Sul) constatou que as vendas de Arla (agente líquido que atua no catalisador dos novos caminhões para reter poluentes perigosos) não estão acompanhando, em proporção, as vendas de diesel S-10. Apesar das vendas do diesel subirem, curiosamente, a comercialização do Arla recua. A razão? o chip paraguaio, um dispositivo eletrônico que “engana” o sistema dos novos caminhões, teve uma grande procura por compradores no ano passado. Por pouco mais de R$ 600,00, o chip envia ao sistema eletrônico do caminhão a informação de que o Arla foi enviado para o catalisador - isto sem