Autor: Chico Da Boleia

Operação Corta Fogo faz queimadas nas rodovias sob concessão diminuírem 22,6%

Operação Corta Fogo faz queimadas nas rodovias sob concessão diminuírem 22,6%

Notícias
O número de queimadas nos 6,3 mil quilômetros das rodovias sob concessão do Estado de São Paulo teve queda de 22,6% entre junho e agosto, meses que apresentam clima mais seco no ano devido ao inverno e consequentemente favorecem a incidência de incêndios em mata. O intervalo compreende boa parte do período em que foi realizada a Operação Corta Fogo, iniciativa de prevenção às queimadas encerrada em outubro, da qual fizeram parte a ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo – as concessionárias responsáveis pela manutenção das estradas paulistas e outros órgãos estaduais como a Secretaria do Meio Ambiente do Estado, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Estadual.  Entre junho, mês em que se inicia o inverno, e agosto deste ano foram registradas nas áreas às margens das rodovias
23ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

23ª Edição Nacional – Jornal Chico da Boleia

Jornal
Editorial - Novembro: contagem regressiva para o fim do ano. É Companheiros, muita gente já está contando dias, horas e minutos para o fim do ano. Sem dúvida nosso país é um país de festas, pois mal termina o ano e já começa a espera pelo carnaval. Depois do carnaval é olhar a folhinha para ver os feriados. Aí vem julho, férias das crianças e para ajudar este ano temos Copa do Mundo no país do futebol. Também teremos o período eleitoral, uma fauna enorme pedindo votos de todas as maneiras possíveis imagináveis e inimagináveis. Mais uma vez chegamos ao fim do ano. Vamos nos ater em novembro de 2013. Tivemos no dia 1o de novembro, o encerramento de uma da mais importantes edições da FENATRAN com recorde de Publico e, com certeza, recorde de negócios. Um dos fatores que olho para dizer a
No verão, tenha cuidado redobrado ao entrar em veículos expostos ao sol por longo período

No verão, tenha cuidado redobrado ao entrar em veículos expostos ao sol por longo período

Notícias
Voltar para o carro depois de deixá-lo em estacionamento descoberto por longo período pode trazer sérios riscos para a saúde. A temperatura no interior do veículo pode chegar a 50º C dependendo da região e da estação do ano. O verão, portanto, que se aproxima, pede maiores cuidados do motorista e de passageiros ao retornarem para o carro, principalmente, se ele for novo. Na fabricação de um carro, são utilizados diversos materiais, a maioria oriunda do petróleo. Com o calor, diversos gases são liberados e podem fazer mal à saúde. Numa montadora, os trabalhadores utilizam máscaras e outros equipamentos de proteção para que não sejam afetados, o que não acontece no dia a dia com condutores e acompanhantes. Entre os vapores que surgem com o superaquecimento dos carros sem ventilação
?Instalação de sistemas de transporte exige planejamento a longo prazo, diz especialista

?Instalação de sistemas de transporte exige planejamento a longo prazo, diz especialista

Notícias
LandAirBus deve ser instalado na China, nos próximos anos Os chineses continuam buscando inovações para solucionar o problema da mobilidade urbana nas grandes cidades. Ainda com a instalação em análise pelo governo chinês, o projeto de um sistema de transporte – híbrido entre metrô e ônibus – que trafega sobre trilhos, acima dos automóveis, chama a atenção e pode ser uma alternativa eficaz aos engarrafamentos e transtornos à população. No entanto, o coordenador das atividades do International Council on Clean Transportation (ICCT) no Brasil, Cristiano Façanha, alerta que a instalação de novos sistemas de transporte exige cautela. “Todas as soluções para aliviar o trânsito e melhorar a mobilidade urbana são bem-vindas. Mas as melhores práticas dependem de um bom planejamento urbano de l
Crédito para caminhões divide alas do governo

Crédito para caminhões divide alas do governo

Notícias
O subsídio à venda de caminhões e ônibus, por meio do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), em vigor no País desde 2009, colocou em lados opostos setores econômicos do governo.  A decisão sobre manter a subvenção em 2014, por meio da prorrogação do programa, está no centro de uma queda de braço que envolve equipes do Ministério da Fazenda e do BNDES, com pressão direta dos fabricantes, representados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A ideia de técnicos do banco, segundo apurou o Estado, era manter o PSI, com alguma elevação nas taxas anuais, apenas para bens de capital, mas extinguir o programa para caminhões e ônibus, hoje financiados a uma taxa de 4% ao ano. A taxa retornaria ao patamar anterior, de 9% ao ano. A pressão da Anfavea pela