50ª Edição Comemorativa – Jornal Chico da Boleia

36.000 horas

Companheiros e Companheiras do tapete negro da estrada! Há aproximadamente 36.000 horas, ou 1.500 dias, ou 50 meses teve inicio a jornada do Jornal Chico da Boleia.

O Jornal impresso Chico da Boleia faz parte de uma plataforma multimídia de comunicação que congrega várias ações. Além do jornal, temos o boletim matinal de rádio, chamado “Momento da Estrada”, que vai ao ar de segunda a sábado. Também temos um canal no youtube e estamos nas redes sociais, juntamente com o site www.chicodaboleia.com.br.

Nos dias de hoje produzir e distribuir um jornal impresso com a característica de atingir todo território nacional é uma tarefa insana, visto que o custo deste trabalho é muito alto. Além disso, a maioria dos jornais está mais focada em produzir versões online. Porem, mesmo com todas as dificuldades, materializar um projeto jornalístico é muito gratificante.

O desafio torna-se maior ainda quando falamos em mais conteúdo. Não queremos fazer um jornal genérico, queremos um jornal que leve as informações pertinentes ao setor, que os companheiros possam achar em nossas páginas o que precisam saber para o dia a dia no trecho e seu desenvolvimento profissional.

Estamos, portanto, focados em feiras, congressos, entretenimento, mecânica, modelos de caminhões, oportunidade de fretes e tudo mais que for interessante para os caminhoneiros.

Foram dezenas de milhares de quilômetros rodados a bordo do Chico Móvel, com o único objetivo de buscar a informação precisa com quem, de fato, entende do assunto a ser abordado.
Ao longo dessa jornada, encontramos inúmeros obstáculos. No entanto, tenho mais é que agradecer aos parceiros que acreditaram na nossa proposta e que depositaram confiança em nosso trabalho.

Graças a eles e aos nossos leitores, chegamos à 50ª Edição do Jornal Chico da Boleia e acredito que é apenas uma primeira etapa das muitas que estão por vir.

O setor do transporte rodoviário de cargas ainda conta com uma gama enorme de problemas como o fim da carta frete que, mesmo extinta, continua a ser usada descaradamente. Os caminhoneiros e os empresários ainda têm inúmeras dúvidas sobre a Lei do Motorista. Os pedágios continuam com preços abusivos, o preço do frete muito baixo, sem falar na crise política que contamina a economia e deixa tudo muito nebuloso.

Enfim, a comunicação é para você que está diariamente no tapete negro da estrada, fazendo da boleia escritório e local para dormir durante as longas e pequenas viagens.
Quero aproveitar para agradecer as pessoas que foram e são importantes para que chegássemos até aqui.

Em primeiro lugar, deixo meus agradecimentos a Wanda Jacheta por ser uma empresária visionária e possibilitar a realização deste projeto – que, na verdade, não é mais projeto e sim um fato. Depois, agradeço a Olívio Stevanato Junior, pois sem seu apoio, paciência e compreensão, não teríamos o Chico Móvel. Sem ele seria impossível rodar o que rodamos.

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Agradeço ao Antônio Tenório, técnico em rádio que me acompanhou durante muito tempo acordando às 4 horas da manhã diariamente, desde o início, na Rádio Clube de Itapira, e para nos ajudar com o programa.

Agradeço a nossa equipe composta por Larissa Jacheta Riberti que, além de fazer a revisão e coordenar o Jornal, se tornou uma fotógrafa de primeira linha em provas de Fórmula Truck muito admirada pelos profissionais da categoria; Pamela Rodrigues, designer que a cada edição deixa o Jornal muito mais atraente; Murilo Inácio e Matheus Moraes que dão um show na cobertura e edição de notícias; Athos Ferreira e Rafael Moura pelo apoio técnico no dia a dia das atividades; e demais colaboradores que, de uma forma ou de outra, estão presentes no dia a dia.

Também quero agradecer ao Albino Castro, jornalista reconhecido nacionalmente e ex-diretor do SBT, que viu o potencial do nosso trabalho; e a Amauri Lamari, pois ele foi o profissional de marketing que deu forma ao projeto que virou realidade.

Declaro meus agradecimentos aos nossos patrocinadores da primeira edição: SASCAR, Roadcard com a solução Pamcary, OHL Brasil, hoje ARTERIS. Junto com eles, muitos outros foram se somando ao longo do tempo e sem esse apoio não teríamos chegado na metade de todo o caminho. Muito obrigado!

Por último, mas não menos importante, gostaria de dedicar todo meu agradecimento, carinho e admiração por todos os nossos leitores, leitoras, caminhoneiros, caminhoneiras, amigos e amigas, que rodam pelas estradas do país (ou esperam os que rodam), que simpatizam, que apoiam a categoria, e que nos ajudam a avançar na luta pela valorização e pelos direitos dos motoristas. Sem vocês nada disso faria sentido! Obrigado!

Esta edição é uma homenagem dedicada à minha mãe, Nair Barbosa Francisco, já falecida. Hoje sendo pai compreendo os desafios que ela enfrentou para cuidar e encaminhar três filhos.

Companheiros e companheiras! Já estamos no segundo mês do ano e as dificuldades estão presentes, cabe a cada um escolher o caminho: vamos ficar chorando pela crise ou vender lenço para quem chora com a crise?

Boa leitura,
Chico da Boleia
Orgulho de Ser Caminhneiro

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