MInfra atua para alinhar investimento em infraestrutura com sustentabilidade

Nos últimos anos, o MInfra firmou acordos com entidades respeitadas ao redor do mundo para trazer a visão sobre a mudança climática para dentro dos nossos projetos. (Foto: Kléber Lima/MInfra)

MInfra atua para alinhar investimento em infraestrutura com sustentabilidade

Em encontro com investidores estrangeiros, ministro da Infraestrutura destacou acordos com entidades mundiais relacionadas ao meio ambiente

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou nesta segunda-feira (7) que o Ministério da Infraestrutura trabalha para incorporar a sustentabilidade em toda a estruturação dos projetos de concessões de transportes. Em reunião com investidores internacionais, ele destacou as iniciativas do MInfra para aliar os dois temas.

– É possível prover a infraestrutura e conjugar com a sustentabilidade. O Brasil é referência mundial nessa posição e não vamos deixar isso de lado – ressaltou. Participaram da reunião investidores internacionais, focados na preservação do meio ambiente, batizados de Diálogo de Política de Investidores sobre Desmatamento (IPDD na sigla em inglês).

Nos últimos dois anos, o MInfra firmou acordos com entidades respeitadas ao redor do mundo, como a agência GZI, da Alemanha, e a Climate Bonds Initiative (CBI) para trazer a visão sobre a mudança climática para dentro dos nossos projetos.

– O nosso programa ferroviário terá a certificação do ‘Selo Verde, através da CBI, se consagrando como o primeiro programa de infraestrutura a garantir essa posição. Essa iniciativa é de grande relevância para possibilitar o licenciamento ambiental e mitigar os riscos de imagem, garantindo, assim, acesso a outro bolso dos Greens Bonds – afirmou Freitas.

Ferrogrão

O projeto nascerá com o “Selo Verde” por conta da sua preocupação ambiental. A expectativa é que a ferrovia reduza em 50% a emissão dos gases do efeito estufa e retire 1 milhão de toneladas de CO2 da atmosfera, além de usar a faixa de domínio da BR-163 como traçado, sem sobrepor terras indígenas, quilombolas ou unidades de conservação.

– A Ferrogrão vai funcionar como uma grande barreira verde. Estamos utilizando apenas 0,05% do parque para garantir toda a sustentabilidade que ela trará. Queremos preservar a harmonia entre a infraestrutura e o atendimento das necessidades dessas comunidades – afirmou, acrescentando que o desenvolvimento da infraestrutura auxilia no combate ao desmatamento ilegal.

Fonte: Assessoria Especial de Comunicação – Ministério da Infraestrutura

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