Chico da Boleia entrevista Juliana Martins – diretora da FETCEMG

Como mulher, líder nos negócios e especialista no setor, tem ajudado a fortalecer o papel das trabalhadoras, garantindo seu reconhecimento e valorização. (Foto: divulgação)

Chico da Boleia entrevista Juliana Martins – diretora da FETCEMG

Live da próxima terça-feira (24) abordará a importância da atuação da mulher no setor de TRC e os resultados do trabalho da Federação ao longo de 2020

Na próxima semana, o Chico da Boleia retoma a série de lives e, na terça-feira (24), a entrevistada será Juliana Martins, diretora da Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (FETCEMG). O bate-papo começa às 16h, com transmissão pelo canal do Youtube e Facebook.

Além de representar a entidade, Martins também é diretora administrativa do Grupo Repel. Formado em 1967, ele atua em duas frentes no segmento: fornecendo combustível por meio da Repelub Combustíveis, e ainda possui uma unidade transportadora de diferentes tipos de cargas para todo território nacional, conhecida como Repel Cargas.

Juliana é filha de Inácio Martins, criador do Grupo RP e liderança no setor de transportes em Minas Gerais. Porém, desde seu falecimento, Juliana e seus irmãos assumiram os negócios da família e a participação nas entidades representativas do transporte rodoviário de cargas.

Por estar desde criança envolvida neste segmento, Juliana destaca-se em um meio conhecido por ser representado (majoritariamente) por homens. Como mulher, líder nos negócios e especialista no setor, tem ajudado a fortalecer o papel das trabalhadoras, garantindo seu reconhecimento e valorização, principalmente neste ano de muitas dificuldades.

Na data, serão discutidos ainda os desafios impostos pela pandemia e o cenário do transporte em Minas Gerais, bem como a atuação da FETCEMG ao longo de 2020.

Lembrando que a live é na próxima terça-feira, dia 24 de novembro, às 16h, com transmissão pelo Facebook e Youtube.

Sobre a FETCEMG

Criada em 1988, a Federação das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais surgiu como consequência de um movimento nacional, cujo objetivo era reorganizar os sindicatos a partir da fundação de federações estaduais. Na época, o setor de TRC era vinculado ao da indústria e os líderes do segmento buscavam mais autonomia e reconhecimento dos trabalhadores.

Na época, as lideranças nacionais e regionais do setor queriam que os recursos oriundos das contribuições compulsórias dos transportadores fossem investidas no fortalecimento e profissionalização do setor com a criação de cursos e apoio específicos dirigidos aos empresários e trabalhadores do transporte rodoviário de cargas.

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