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Mão de obra qualificada será o desafio dos transportadores no futuro

Mão de obra qualificada será o desafio dos transportadores no futuro

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Conseguir mão de obra para voltar a expandir as operações é um dos desafios que as empresas de transporte rodoviário de carga poderão encontrar na hora da retomada econômica. Após demissões massivas nos últimos três anos – na tentativa de reequilibrar a oferta de capacidade à demanda -, o setor deverá se esforçar para encontrar profissionais. “O mercado retraiu. Empresas sucumbiram à crise e outras ficaram com caminhões parados e tiveram que demitir. A crise é longa, e os motoristas não ficaram parados nos últimos dois anos. Com certeza eles estão fazendo outra coisa, e quantos vão voltar?”, questiona o assessor técnico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), Lauro Valdívia. Segundo o Anuário CNT do Transporte de 2017, o número de empresas transp
Número de transportadoras cai 29% e de caminhoneiros autônomos, 23%

Número de transportadoras cai 29% e de caminhoneiros autônomos, 23%

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Dados constam do anuário da CNT divulgados nesta quinta-feira A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou na manhã desta quinta-feira (1º) a segunda edição do seu anuário de transporte, com dados referentes ao ano passado. Segundo a CNT, de 2015 para 2016, o número de empresas de transporte rodoviário de carga caiu de 156.765 para 111.743, redução de 29%. A de caminhoneiros autônomos foi maior. Eram 723.807 em 2015 e passaram a 553.643 no ano passado. Ou seja, a categoria encolheu 23%. Já o número de cooperativas baixou de 329 para 274 (-17%). Segundo o diretor executivo da CNT, Bruno Batista, não dá para afirmar que 29% das transportadoras e 17% das cooperativas fecharam, nem que 23% dos caminhoneiros autônomos deixaram a profissão de 2015 para 2016. Ele ressalta que a enti
Transportadoras do RJ empregam até 20% do orçamento em segurança

Transportadoras do RJ empregam até 20% do orçamento em segurança

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Gerenciamento de riscos passou a ser exigência de seguradoras. Valor do seguro aumentou até 10% em 2015, segundo federação. No meio da crise financeira que atinge o país, empresas que fazem transporte de cargas no Rio amargam um prejuízo ainda maior devido ao crescimento do roubo de carga e a necessidade de reforço na segurança. Atualmente, segundo o Sindicato das Empresas do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (Sindicarga), o empresário do setor de transporte de carga precisa investir até 20% do orçamento em segurança, contando com seguro, escolta, entre outros mecanismos. Na última segunda-feira (3), o G1 começou uma série sobre os altos índices de roubo de carga que estão batendo recordes no Rio, e suas consequências. “O transportador investe de 15% a 20% do
Transportadoras têm mais de 100 mil caminhões parados, diz pesquisa

Transportadoras têm mais de 100 mil caminhões parados, diz pesquisa

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O país tem mais de 100 mil caminhões parados em garagens de empresas transportadoras. É o que aponta pesquisa realizada pela NTC&Logística, associação que reúne companhias de frete de todo o país. Segundo dados do levantamento de conjuntura do setor, que é realizado semestralmente, as empresas apontaram que estão com 13,5% de seus caminhões parados, em média. A frota estimada pelo setor é de 800 mil caminhões, o que aponta para os perto de 100 mil veículos parados. "Caminhão parado é prejuízo. O normal é que 5% da frota, no máximo, fique parado para manutenção ou de reserva", disse Lauro Valdívia, direto técnico da associação, lembrando que o desemprego no setor é crescente já que para cada caminhão há, em média, mais de um motorista. Além das empresas de frete, o país co