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BR-163: chuvas e atolamentos podem encarecer o frete durante a colheita da soja

BR-163: chuvas e atolamentos podem encarecer o frete durante a colheita da soja

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As paralisações que aconteceram no ano passado não devem se repetir, mas produtores se preocupam com possíveis atrasos nas entregas da soja e encarecimento do frete Muitos produtores dependem da rodovia BR-163 para transportar a soja. Porém, um trecho de 90 quilômetros sem pavimentação causa prejuízos recorrentes para quem pretende exportar a soja pelos portos do Norte do Brasil, especialmente quando há a incidência de chuvas, o que causa atolamentos de caminhões e atrasos no transporte. O município de Sorriso (MT), um dos principais produtores de grãos do Centro-Oeste, depende exclusivamente da BR-163 para o escoamento de grãos com destino aos portos de Miritituba e Santarém, na região Norte do Brasil. Outras rotas que usam a BR-163 seguem para Santos ou Paranaguá, nas regiões Sudeste
[VÍDEO] Chico da Boleia faz visita à sede do PEGA CARGA

[VÍDEO] Chico da Boleia faz visita à sede do PEGA CARGA

Notícias, Vídeo
Chico da Boleia teve a grande oportunidade de conhecer uma das bases de operação do Pega Carga, na belíssima cidade do Rio de Janeiro. Amigos caminhoneiros, carreteiros e empresários do setor, quem escreve aqui sou eu, Chico da Boleia. Vocês devem ter visto o vídeo que fizemos recentemente sobre um aplicativo para encontrar cargas, o Pega Carga. E como todos sabem, aqui a gente não fala de coisas que não conhecemos. Por isso fomos até a belíssima cidade do Rio de Janeiro para conhecer uma das bases de operação do Pega Carga. E como diria aquela famosa música: “O Rio de Janeiro continua lindo”. Na ocasião, quem nos contou um pouco mais sobre o dia a dia aqui no operacional do Pega Carga foi o nosso amigo Bernardo Lage, Diretor da empresa. Ele que foi picado pela mosca do diesel desde ce
PL pode encarecer preço médio do frete em 9%

PL pode encarecer preço médio do frete em 9%

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O projeto de lei 121/2017, que cria uma política de preços mínimos para o transporte rodoviário de cargas, já aprovado em comissões na Câmara dos Deputados, pode encarecer o custo médio do frete em 9% a curto prazo – e 30% a longo -, segundo levantamento da consultoria Leggio apresentado por Leonardo Zilio, gerente de relações setoriais do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) no Seminário Infraestrutura de Transportes e Logística – Visão dos Usuários. Considerando apenas os fretes de granel sólido agrícola, o impacto pode ser de 29%. “A complexidade da logística brasileira inviabiliza esse projeto”, diz Zilio, citando que existem, no país, realidades diferentes de infraestrutura e preços de combustíveis, dependendo da região. O proje
Sindicom: projeto de frete faria transporte de granel sólido subir 29%

Sindicom: projeto de frete faria transporte de granel sólido subir 29%

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O gerente de relações setoriais do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Leonardo Botelho Zilio, avalia que o projeto de lei 121/2017, que cria uma política de preços mínimos para o transporte rodoviário de cargas, teria efeito imediato e de longo prazo no custo do frete no Brasil. Conforme estudo da consultoria Leggio apresentado por Zilio no Seminário de Infraestrutura de Transporte e Logística – Visão dos Usuários, realizado em São Paulo nesta segunda-feira, o custo do transporte rodoviário de granel sólido agrícola subiria 29% de forma imediata com aprovação da proposta. O impacto no custo médio do frete rodoviário, considerando todos os tipos de carga, seria de aumento imediato de 9%, e, no longo prazo, de 30%, segundo Zilio. O
SEST SENAT oferece 10 cursos gratuitos para não perder dinheiro no transporte

SEST SENAT oferece 10 cursos gratuitos para não perder dinheiro no transporte

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O aluno pode estudar em casa e de acordo com sua disponibilidade Os custos que incidem sobre o serviço de transporte são muitos: combustível, manutenção, pedágio, seguros, tributos, despesas administrativas, entre outros. Para que os gastos não sejam maiores do que o rendimento, é fundamental saber fixar o preço do serviço de transporte e gerir, da melhor forma possível, os recursos. O SEST SENAT, por meio da plataforma de educação a distância, oferece cursos gratuitos que abordam esses temas. Empreendedores e trabalhadores autônomos do transporte podem aprender conceitos e técnicas que auxiliam a precificar o serviço, entender melhor os custos e gerir a empresa e a frota. Esses conhecimentos são cruciais para garantir lucros e a sustentabilidade do negócio. Thiago Benatti, co
Operação constata irregularidades em transporte de cargas em Goiás

Operação constata irregularidades em transporte de cargas em Goiás

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Operação constata irregularidades em transporte de cargas em Goiás Uma operação deflagrada no dia 18 para fiscalizar empresas de transporte de cargas em Goiás constatou irregularidades cadastrais em 10 empresas, das 23 fiscalizadas. A Operação Carta Marcada foi realizada em conjunto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a Secretaria Estadual de Fazenda de Goiás (Sefaz), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as polícias Civil e Militar de Goiás e constatou omissão no pagamento de tributos, além de autuação na clandestinidade. O balanço da operação foi divulgado nesta quarta-feira em coletiva de imprensa. Os dados foram publicados pela Polícia Civil. Agora, as investigações continuam em parceria com as auditorias da Sefaz e ANTT. Carta-Frete A Operação, real
Mega operação de fiscalização da carta-frete na BR 153

Mega operação de fiscalização da carta-frete na BR 153

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Esquema de utilização ilegal da carta-frete provoca sonegação anual de R$ 12 bilhões de Reais Na manhã de hoje (18), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e órgãos como a Receita Estadual, Polícia Militar, Civil e Rodoviária estão realizando uma mega operação no KM 516 da Rodovia BR 153, em Aparecida de Goiânia (GO), para fiscalizar os esquemas ilegais praticados pelo sistema de transporte rodoviário de cargas, como a carta-frete, modalidade de pagamento que as transportadoras oferecem ilegalmente aos caminhoneiros autônomos. A fiscalização está acontecendo no Posto Marajó Grande Goiania (Aparecidão). A carta-frete está em vigor no Brasil há mais de 60 anos e é proibida pela Lei 12.249/2010 desde 2010, mesmo assim, continua sendo adotada e praticada livremente nas estrad
ANTT entra com representação contra negócio da família Maggi

ANTT entra com representação contra negócio da família Maggi

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Autarquia contesta operação com empresa que administra pagamento de caminhoneiros  A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) entrou com uma representação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra negócios que envolvem o grupo Maggi, da família do ministro da Agricultura, Blairo Maggi. A autarquia diz que a empresa – que contrata frete - não pode ser dona de uma administradora de pagamentos de caminhoneiros. Segundo a representação, obtida pelo GLOBO, a agência questiona uma operação aprovada pelo órgão defensor da concorrência há dois meses.Em junho, o Cade permitiu – sem restrições_ a formação de uma joint-venture entre as companhia de commodities Dreyfus, Amaggi (de exportação e importação do grupo Maggi) e a Green Net, administradora de cartão
Caminhoneiros contratados por WhatsApp para frete acabam reféns

Caminhoneiros contratados por WhatsApp para frete acabam reféns

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Uma das vítimas foi amarrada e deixada em meio a um matagal Ao anunciar seus serviços de frete pelo site OLX, um caminhoneiro de 50 anos, acabou sendo contratado pelo WhatsApp por um falso cliente para realizar uma mudança, em Campo Grande. Para fazer o serviço foram dois caminhoneiros contratados – ambos moradores na cidade de São José do Rio Preto. Um adiantamento de R$ 3 mil foi feito por transferência bancária, a partir daí as duas vítimas fizeram a viagem chegando a Campo Grande no domingo (20). Eles foram até o local combinado, quando quatro homens chegaram após 20 minutos de espera. Em cada um dos caminhões entraram dois bandidos e ordenaram para que os caminhoneiros transitassem pela Rua do Poeta, no Parque dos Poderes para chegar ao local de destino. Ao entrarem em uma rua
Precisa-se de frete para transportar a supersafra

Precisa-se de frete para transportar a supersafra

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Em apenas seis semanas, preço do frete rodoviário aumenta 65% nas principais rotas de escoamento de grãos para os portos do Sul e Sudeste Nem sempre maior oferta significa menor preço - pelo menos no que se refere à logística. O custo do transporte das montanhas de milho espalhadas pelos principais estados produtores está aumentando e passou de R$ 82,50 para R$ 135 por tonelada, na rota entre Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, no curto prazo de seis semanas (entre junho e agosto), segundo levantamento da consultoria INTL FCStone. “Além da grande oferta de milho, que aumenta a demanda por logística, ainda há volumes consideráveis de soja para serem movimentados, inclusive para serem exportados, aumentando ainda mais a procura por contratação de frete”, explica a analista de mercado da